"Imperfection is beauty, madness is genius and it's better to be absolutely ridiculous than absolutely boring." Marilyn Monroe
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"Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso." (Clarice Lispector)
... se fosse, os paizinhos da Julia Roberts tinham dado alguma coisinha à mana Lisa... ... já os progenitores Stones vê-se que se esforçaram... o esforço foi inglório.
Jean-Michel Basquiat nasceu em Brooklyn, NY no dia 22 de Dezembro de 1960, com ascendência porto-riquenha da parte da mãe e haitiana por parte do pai. Desde pequenino que mostra uma aptidão invulgar para a arte, sendo Matilde, sua mãe, a maior influencia ensinando-o a desenhar, pintar e a participar em atividades artísticas. Aos 17 anos este homem lindo, by the way , começa a grafitar em prédios abandonados de Manhattan, e assinava "SAMO" ou "SAMO shit". Adoro esta assinatura. Este projeto "SAMO" acabou com o epitáfio "SAMO IS DEAD" escrito nas paredes de consrução do Soho novaiorquino. Por esta altura Basquiat já tinha despertado curiosidade. Depois de se mudar para NY sobreviveu a vender postais na rua a dormir em casa das imensas namoradas e começou a ser amplamente reconhecido - ele tinha tido uma banda com famoso ator Vicent Gallo , daí não ser totalmente desconhecido além, claro, da grafitte - quando participou no The Times Square ...
Estou espreitando devagarinho... é que ainda me lembro de 2016, o pior ano da minha vida. Foi mau, foi mau a tantos níveis que as coisas boas contam-se pelos dedos duma mão. São 5 dedos, são 5 coisas boas. Não quero mais lembrar-me que semelhante ano existiu. Fora com 2016 para sempre. Olá 2017, aqui estou eu! Cheia de energia e esperança porque pior do que passei, acho difícil passar pior... mas, a vida é assim. Às vezes. Sempre. Às vezes parece para sempre. Perdi o maior amor da minha vida mas descobri o meu limite. Afinal tenho limite. Tenho limites. Tenho uma red line tão vincada que não percebo como não a vi. Por um lado ainda bem que não a vi antes, mas por outro lado ainda bem que finalmente a conheço. Sou eu e o meu limite. O pior para mim foi o reconhecer que não pertenço nem nunca pertenci ao que se me apresentou como "meu adquirido". Não reconheço e não quero. Foi um esforço inglório tentar a pretensa e como sou teimosa, teimei e teimei até se me apare...
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